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(10-17-1959 / Brazil)

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Epilogo

Numa praia perdida no passado,

Entre ondas lavando lembramcas,

Nos perdemos de nos mesmos,

Combinando nossas fragancias.



Um sol morrendo no horizonte,

Um olhar trocado em uma ponte,

Um domingo de chuva inesperado,

Quando ainda nao eramos...

... Retiscencias no passado…



Palavras ditas entre aspas,

Com a forca de um tornado,

Nos apresentaram a dois estranhos,

Para quase sempre envenenados.



O mar morno,

O amor latente,

Um choro perdido,

Uma alma ausente…



As pegadas lavadas,

Duas almas salgadas,

Uma lagrima solta,

Uma mare revolta.



Uma tempestade unica,

Um corte no ventre,

Uma dor oculta,

Um sorriso ausente.



A face publica,

O sorriso sempre presente,

Uma vida de mentiras,

Uma falsa estrela cadente...



Uma saudade do sol,

Antes tao quente,

Um desespero de dor,

Entre noites incandescentes...



Esperar pela lua,

E te sentir presente,

Nesta fonte que brota fel,

Em minha boca carente…



Numa praia do passado,

Minha alma espera perdida,

Uma chuva de estrelas e luz,

Na esperanca em secar a ferida.



Numa praia perdida no tempo,

O vento suspira um lamento,

Na areia cicatrizes do amar,

Que ondas nao podem apagar…



Um ano passa,

Passa toda uma vida,

E morre a esperanca,

De fechar a ferida.



Mas despertar e preciso,

Vestir a cara com um sorriso,

Sonhar que a vida continua,

Despir a alma outra vez pura e nua.



Emocoes latentes,

Memorias para sempre presentes,

Um comparar eterno,

Uma alma inocente no inferno.



Um nao querer sofrer,

Uma certeza de perder,

Uma total falta de jeito,

Uma ansia eterna no peito.



Que fazer dos sonhos nao vividos?

Como morrer depois de renascido?

Qual o sentido de viver ausente?

Como viver com uma alma que mente?




A esperanca de encontrar,

Hoje, amanha, talvez....

De fazer da vida um contrario,

Um viver sem tempo ou horario.




Uma incerteza do lugar,

Uma angustia enquanto amar(?)

Nos mantem unidos nesta estrada,

Em que nos juramos encontrar...




Seria justo?


(Que tudo que era teu,

Num segundo desfaleceu?

As flores secaram,

As cartas queimaram

Nosso amor se perdeu...)




Te desafio alma minha,

Que me encontres nesta esquina,

Onde tempo e vento me apagam,

Mas teus sonhos me afagam...




Te desafio alma minha,

Que me esquecas para sempre,

Numa praia perdida no tempo,

Que me negues em teu ventre.




Te desafio alma minha,

Que ja nao me vejas como um fardo,

Que aceites este amor,

Para caminharmos lado a lado...




Te desafio meu amor,

Aceitar meus defeitos e penas,

Que me aceites com ardor,

Na margem de uma ilha serena.




Te desafio com paixao,

A que sejas principio, meio e fim,

Uma estrada onipresente,

Uma torre de marfim.




E finalmente te desafio,

A que sejas nada mais que meu bem querer,

E que me declares teu cavaleiro,

A cada alvorecer.

Submitted: Tuesday, May 28, 2013
Edited: Thursday, September 05, 2013


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